O grande equívoco da “Cultura da Utilidade”

Nada contra, quem encontra um amor a cada semana.
Acho interessante a capacidade de diluir pessoas rapidamente, esse ‘amor da vida’ que aparece a cada mês ou que troca de um dia para outro, com diferentes rostos, que vira presente de Deus e eterno amor. Acho legal, mas eu, eu mesmo, não nasci com esse talento.
Amor não passa…. e se passar não era amor de verdade… era simplesmente um gostar….

 

Alessander Capalbo
Licenciado em Filosofia
Graduado em Teologia
Graduando em Psicologia
 

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